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"... Ninguém nasce odiando outra pessoa pela 
 cor de sua pele, por sua origem ou 
ainda por  sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam  aprender.
E se podem aprender a odiar, 
podem aprender a amar. Nelson Mandela


Ensinar é um exercício de imortalidade. 
De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. 
O professor, assim, não morre jamais... Ruben Alves


PARALISAÇÃO DO MAGISTÉRIO

A ACPM-Federação considera que os professores que não aderiram à greve tenham seu direito de trabalhar democraticamente assegurado e que as famílias devem se envolver com esta questão, acompanhando as crianças até a escola para monitorar os dias letivos neste período. Assim como também participar das ações desenvolvidas pelos professores nas escolas para conhecerem os objetivos de suas reivindicações. Os alunos, as famílias e os próprios docentes não podem ser usados politicamente por nenhum dos lados desta disputa.
A greve dos professores é legítima e suas reivindicações justas, pois o cumprimento da lei do piso do magistério como vencimento básico não está sendo respeitado em nosso estado, assim como outras demandas elencadas pelo Cpers. Esta questão já deveria ter sido executada, visto que existe uma Lei maior que assegura este direito.
Quanto às justificativas do governo sobre investimentos na educação, contratação de servidores e docentes, melhoria na infraestrutura das escolas, podemos afirmar que as medidas adotadas foram insuficientes. Ainda temos muitas escolas em situação precária, tanto em estrutura física e equipamentos, como a falta de servidores e professores. Contratar professores temporários enquanto um número imenso de aprovados em concurso aguardam ser chamados, não faz sentido. Por ser ano eleitoral e devido aos prazos exigidos por lei para a movimentação de servidores, o governo terá que organizar o quadro funcional, preventivamente, para que não haja falta de professores no decorrer do ano letivo além das que já existem. Afinal, não é esta a finalidade do concurso do magistério?
A educação não se faz só com salários, mas com investimentos nas escolas e principalmente na formação de professores, e este tema não está sendo tratado nem dada a sua devida importância. Esta talvez seja a ação mais importante capaz de melhorar os baixos índices de qualidade da educação publicados por pesquisas oficiais - uma formação contínua e focada na prática pedagógica. Mas para que esta ação alcance o sucesso escolar, o número de professores nas escolas terá que ser repensados pelo gestor público.
      A ACPM-Federação mais uma vez vem fazer um chamamento para a comunidade escolar no sentido de que participem mais da vida escolar de seus filhos e demais crianças e adolescentes que estão sob seus cuidados. Somente com a união da sociedade em favor da educação, poderemos vislumbrar um futuro melhor, efetivo e constante, um avanço concreto e duradouro na vida de todos nós.


Participação Popular e Controle Social

A Importância da participação da Família na Escola

      Passaram-se 25 anos da promulgação da Constituição de 1988 que garante a toda a população brasileira o acesso a qualquer documento público, direito à informação, transparência em relação aos investimentos, participação popular na gestão pública como direito à dignidade da pessoa humana. De quem é a responsabilidade pela Educação no País? A Constituição declara que é um dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade.
      Mas apesar de todos os avanços, sabemos que a participação social se limita, muitas vezes, à parcela da população que tem vínculo com associações civis, restrita aos segmentos sociais que têm mais capacidade de organização, articulação e de expressão política, tais como conselhos, fóruns, organizações, movimentos sociais, entre outros. Porém nem sempre estes espaços expressam a vontade de toda a sociedade.
      Mas se Politizar é socializar, apresentar e demonstrar à sociedade a consciência dos deveres e direitos políticos atribuídos aos cidadãos que a compõem, assegurando-lhes o exercício e o caminho a ser seguido, a quem interessa a despolitização dos cidadãos e da sociedade? O cidadão despolitizado abandona a reunião de condomínio, na escola não participa do Círculo de Pais e Mestres e do Conselho Escolar nem prestigia seus eventos, não participa das reuniões pedagógicas, não se informa e desconhece os acontecimentos do seu cotidiano, esvazia os sindicatos.
      Os espaços abandonados são ocupados por oportunistas de todos os tipos, e se não formos participativos, acabamos por ser responsáveis pelos vícios negativos da sociedade em geral.
       Assim, a despolitização fortalece a corrupção, dividindo a sociedade entre dirigentes e executantes. Os Dirigentes são os que sabem, são os que sabem as razões do que fazem. Os Executantes são os que não sabem, os que desconhecem as finalidades de sua ação.
      QUEM NÃO SABE OBEDECE, não tem voz, não sabe manifestar sua opinião, mesmo quando o assunto diz respeito à qualidade de suas próprias vidas. QUEM SABE COMANDA QUEM NÃO SABE. Assim, se afasta a participação popular com o discurso de que só participa quem “entende”, quem “está preparado” tecnicamente para participar.
“Nos formamos para a participação participando, enfrentando os desafios técnicos e políticos da participação".

 

 

28 DE ABRIL - DIA DA EDUCAÇÃO

Sem protagonismo estudantil não haverá avanços no ensino
Dia da Educação é lembrando a cada 28 de abril devido à Cúpula Mundial de Educação realizada no ano de 2000 em Dakar capital do Senegal. O encontro, que reuniu representantes de 180 países, rendeu um documento, assinado no dia 28, no qual todos os representantes se comprometeram em investir esforços para que todos tenham acesso à Educação até o ano de 2015.
Constituição Federal - educação é um direito fundamental de todos os brasileiros e um dever do Estado. Além disso, a educação abre portas para outros direitos, como saúde, trabalho e lazer.
Antigos ensinamentos que Paulo Freire nos traduzia de forma poética e bela, deixaram legado que fica apenas nos discursos e nas bonitas frases espalhadas nos murais de escolas. Está mais do que na hora de tirarmos Paulo Freire de nossas paredes e murais e o colocarmos dentro de nossa sala de aula, na voz e na atitude dos professores e no coração e na alma de nossos alunos e alunas, afinal como esse sábio mestre nos ensinou: 
“Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda

"Se os pais seguirem este decálogo, as consequências serão mais benéficas do que qualquer plano de educação feito pelo governo"
Queiramos ou não, os pais e as escolas compartilham a mesma empreitada de educar os alunos. Em parceria, os pais podem contribuir, e se dedicarem a tal tarefa cooperativa.

 • Conversa com os filhos com frequência? As pesquisas mostram a importância dessas conversas, mesmo que não sejam sobre educação.
• Acompanha minuciosamente o boletim escolar – que é a fotografia de seu desempenho? Ouve os filhos, para saber se estão sendo educados com competência, desvelo e justiça?
• Traz para casa leituras que os filhos acham interessantes? É preciso que seja alguma coisa que capture sua curiosidade. A leitura e a escrita são os fundamentos da educação.
• Cria, mesmo com sacrifício, o espaço físico e a tranquilidade necessária para os filhos estudarem?
• Administra o uso da TV e o computador, para que não conflitem com os estudos e se preocupa com as horas que ela rouba dos estudos ?
Na escola, não é menor o papel dos pais. Eles podem e devem cobrar resultados. Eis as perguntas que um bom pai deve fazer à escola: 
• O professor passa dever para casa? Corrige? Discute os erros e os acertos com os alunos?
• Vai à escola indagar e tentar entender o que está acontecendo? Aprende como e por que a escola avalia, aprova e reprova os alunos? Vai ver como são as normas disciplinares?
• Acompanha a vida da escola, para ver se os professores faltam ou chegam atrasados? O assunto do pai é a falta de aulas.
Cobra dos professores ou do diretor quando a escola não atende aos mínimos descritos acima?
• Apoia os professores dedicados, com palavras e atos? Os bons professores tem de ser ajudados e prestigiados. Sua missão é preciosa demais para não ser reconhecida com generosidade. Mas os que parecem ser maus professores devem ser questionados com insistência.
(Revista VEJA)

 
Leia em voz alta com eles. Explore com eles os livros e outros materiais de leitura – revistas, jornais, folhetos, almanaques, manuais de instruções, cartazes, placas… Todo material impresso pode ser útil e ocasionar um momento de troca centrado na leitura.      Ofereça a eles um ambiente rico em termos de letramento: faça atividades com leitura mesmo com os bebês e crianças bem pequenas, e continue fazendo com as crianças e jovens que já estão na escola.     Converse com eles e escute-os quando falam. Isso ajuda muito no desenvolvimento da linguagem oral.      4 Peça para recontarem histórias ou informações que você leu em voz alta para eles. (Cuidado para que isso não acabe virando aula! Não é esse o espírito da proposta. Precisa ser algo agradável e descontraído).      5 Incentive-os a desenhar e fazer de conta que escrevem histórias que ouviram, e peça, depois, que “leiam” em voz alta. Parece absurdo? Pois não é! Afinal, eles passam o tempo fazendo de conta que cozinham, que dirigem carros, que lutam com inimigos perigosos, que são médicos e professores… Não esqueça: a ideia é brincar de ler.      6 Dê o exemplo: faça com que eles vejam você lendo e escrevendo. E, por favor, não faça a bobagem de dizer que eles devem aprender a ser diferentes de você, que não gosta de ler! O que conta não é o que você discursa sobre leitura, escrita, estudo: é o que você oferece como exemplo.   7 Vá à biblioteca regularmente com seus filhos. Se for uma biblioteca de empréstimo, é bom cada um ter sua própria ficha de inscrição.       8 Crie uma biblioteca em casa, e uma biblioteca pessoal para a criança, onde ela se acostume a guardar os livros e a buscá-los. Na hora de comprar presentes para seu filho, lembre-se dos livros! De quebra, ele ganha competência para lidar com o mundo e abertura da imaginação.       9 Não deixe de fazer um pouco de mistério, para aguçar a curiosidade. Por exemplo: você tem três livros na mão e diz à criança que ela pode escolher entre dois livros. Ela certamente vai dizer que são três, e não dois. Você faz de conta que se enganou, e põe um deles de lado.  Adivinha qual deles ela vai querer… Use sua imaginação. Tudo isso é jogo, mas o resultado é que seu filho ganha sempre, e para toda a vida.      10 Leve seus filhos sempre que houver hora do conto, teatro infantil e atividades similares na comunidade.       11 Se tiver varanda em casa, você já tem um dos melhores recursos que existem para instalar um lugarzinho para ler. Tem coisa mais gostosa que sentar para ler vendo o mundo passar? Às vezes, até dá para deixar um estoque de leitura permanente na varanda, que se renova volta e meia.      12 Crianças ou adolescentes juntos fazem uma ocasião das melhores para ler (em acampamento, em viagem de férias, recebendo amigo pra passar a noite ou o fim de semana…). Deixe materiais variados à disposição, para escolha livre.


O DESAFIO DA EDUCAÇÃO
A Constituição  de 1988, anuncia: A  educação é direito de todos e dever do Estado e da família. A nova Carta garante a coexistência de escolas públicas e privadas; a valorização do magistério público, garantindo aos professores planos de carreira e piso salarial, e ingresso apenas por concurso público de provas e títulos, e garantia de padrão de qualidade. Estabelece ainda como data para acabar com o analfabetismo no Brasil o ano 1998.
Já não há mais falta de escolas, de uma maneira geral. O que se observa é a má distribuição das escolas e a péssima qualidade do ensino. Permanece o grave problema das elevadas taxas de repetência e de evasão da escola, baixos salários e treinamento deficiente dos professores, grande rotatividade de funcionários e desordem burocrática.
 O Ministério da Educação em 1996 informou que 70% dos alunos das séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio não sabiam solucionar problemas matemáticos elementares. Só a metade podia formar juízo próprio sobre o que lia.
O foco da avaliação deveria ser: tentar entender porque o aluno não aprende.
O aluno não aprende em função do sistema de ensino. Enquanto a escola o culpar pelo seu fracasso, ele não vai entender os seus próprios problemas (estrutura familiar, alimentação, etc.).
Quanto mais o aluno se destaca, mais estímulo ele recebe. Quanto mais dificuldade ele tem, menos ele é apoiado. Deveria ser o contrário. É muito comum você ouvir nos conselhos de classe, ainda hoje, que no mês de agosto determinado aluno vai ser reprovado. É dada uma sentença. Mas se você ainda tem três ou quatro meses pela frente, em vez de decretarem a reprovação dele, não seria mais interessante dizer que vai garantir que esse aluno não seja reprovado?  
Devem ser dadas condições para que não fique subestimado, desanimado, pensando que o conteúdo que o professor passa está aquém do que ele possa aprender.

Identificar no modelo pedagógico o que não funciona, é um dos grandes desafios da educação.
O país melhora os indicadores sociais, mas os excluídos continuam sendo os mesmos.
Crescimento não é desenvolvimento.   Sem educação não há desenvolvimento.


A EDUCAÇÃO DE UM PAÍS É TAREFA IMPORTANTE DEMAIS PARA FICAR A CARGO SOMENTE DE EDUCADORES

     O professor não é soberano na decisão dos objetivos educacionais a serem alcançados – a soberania vem da sociedade. Para trabalhar em estabelecimento pago por essa sociedade, ele precisa respeitar suas diretrizes e ser respeitado em suas opiniões.
     A educação é a única ponte que pode levar o aluno de baixa condição social a ter uma vida digna, a quebrar o ciclo secular da pobreza. A educação tem de sempre ser melhor do que a sociedade se quisermos avançar.
      Nem igual, nem pior: melhor.
    Veja que raciocínio torto: a causa da má educação seria a desigualdade de renda.
     Para solucionar a educação, portanto, seria necessário solucionar a questão da desigualdade de renda.  Os estudos mostram, porém, que a causa principal da desigualdade de renda é a desigualdade de educação.
     O que falta à educação é que os professores, teóricos, pesquisadores (inclusive economistas) e famílias troquem informações e procurem caminhos que melhorem as práticas dentro da sala de aula. Infelizmente há uma enorme resistência dos profissionais da educação por dialogar com qualquer pessoa que não seja professor. A sociedade civil brasileira está começando a acordar e perceber o tremendo prejuízo que significa, para o país, a falência da nossa educação.
     O tempo em que a escola podia falhar e o professor podia fazer o que bem entendesse estão com os dias contados. Se os professores participarem do diálogo social, entendendo-se como agentes de um processo social e não como "donos" da educação, terão muito a contribuir e todos ganharão.
     Se rechaçarem o diálogo com todos aqueles que compõem o vasto leque das pessoas que se preocupam e pesquisam sobre o tema, acabarão ficando de fora do processo de reforma que a educação brasileira obrigatoriamente terá de passar e acabarão recebendo soluções prontas que terão de ser implementadas à sua revelia e para o seu desgosto.
     Deve haver um profundo diálogo no processo de reforma da educação brasileira. Mas no momento em que uma política é decidida e pactuada pela sociedade, o professor não tem a liberdade de decidir se a segue ou não. Terá sempre, é claro, a liberdade de qualquer cidadão de questionar democraticamente qualquer política. Mas não de usurpar a missão que lhe foi dada para impor a sua própria agenda aos alunos. Se não formarmos gerações futuras melhores do que as atuais, estamos condenados.
     O que importa é o que podemos fazer daqui pra frente. Tendo a certeza de que se os professores tiverem o desprendimento de aceitarem realizar uma introspecção honesta e conseguirem identificar suas carências, a sociedade brasileira – por meio de seus representantes eleitos, mas não apenas eles – saberá estender-lhes a mão, sem recriminações, e ajudar-lhes na melhoria das nossas escolas. E consequentemente de condições dignas de trabalho e remuneração.
     Enquanto a discussão pública de nossa educação não envolver toda sociedade, vai continuar falhando.
                                                   Mau ensino hoje é igual à evasão amanhã.
                                            Ou todos vão bem, ou o país vai mal.
(Extraido da Revista Veja)


O PAPEL DAS ESCOLAS E A VIOLÊNCIA
É PRECISO TER REGRAS CLARAS
    A violência no ambiente escolar é uma das grandes questões sociais deste século.  A escola está em crise porque não é garantia de inserção social e de emprego – a incerteza da juventude explode em violência.
    Recomendações:
    * Que as escolas deixem a política de avestruz, de fingir que nada está acontecendo, e passem a fazer um trabalho preventivo. A sala de aula não pode mais ser um espaço de sofrimento.
   * A violência está relacionada com a exclusão. O envolvimento da comunidade, da família e dos alunos em atividades culturais, artísticas, esportivas e lazer, previnem a violência, que também está presente do lado de fora da escola.
   * Ter regras claras de disciplina relativas ao comportamento e ao desempenho escolar. Serve tanto para alunos como professores e demais funcionários.
    * Estimular a criação de grêmios estudantis, grêmios de professores e associações de pais e mestres.
      A violência gerada na rua e na família está entrando na escola pela porta da frente, diante de nossos olhos - pais e professores - sem que tomemos uma providência imediata.
    Se a escola tem atos de violência, este começa com pais despreparados, omissos e que entregam a educação de seus filhos a terceiros. Dentro das escolas cabe aos professores e direção evitar conflitos internos, oferecendo aos alunos um ambiente mais aberto e de escuta de seus anseios e dúvidas.
    O desafio é transformar a educação no grande objetivo da sociedade brasileira, posicionando o investimento na área como a principal prioridade do governo.


É ESTA A EDUCAÇÃO QUE QUEREMOS?
COMO É A ESCOLA DE SEUS FILHOS?
SE ESTIVÉSSEMOS DO MESMO LADO, COM OS MESMOS OBJETIVOS,
VISLUMBRANDO O MELHOR PARA OS NOSSOS JOVENS,
CONSTRUINDO UM FUTURO MELHOR PARA ESTE PAÍS...
ESTARÍAMOS SENTADOS À MESMA MESA, 
DISCUTINDO SOLUÇÕES POSSÍVEIS,
OUVINDO UM AO OUTRO, RECONSIDERANDO ANTIGAS POSIÇÕES,
NÃO SE DEIXANDO LEVAR POR QUESTÕES SECUNDÁRIAS,
PENSANDO REALMENTE EM NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

ESCOLHA E MARQUE A RESPOSTA CERTA:
LETRA A (   )     LETRA B (   )

PARA ELES, A UNIÃO E O EXEMPLO SÃO A MELHOR RESPOSTA. 
E PARA VOCÊ? 
É FÁCIL, BASTA COMEÇAR.
QUEM DARÁ O PRIMEIRO PASSO, OU O PRIMEIRO PONTAPÉ?
FAMÍLIAS, GOVERNO, PROFESSORES, ALUNOS,
SOCIEDADE EM GERAL - COMUNIDADE ACADÊMICA, MÍDIA,
EMPRESARIADO, PARTIDOS POLÍTICOS E DEMAIS INTERESSADOS EM DESENVOLVER A EDUCAÇÃO EM NOSSO ESTADO.
ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA DE UNIRMOS
PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.

O FUTURO NÃO PODE MAIS ESPERAR.
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